Não é facil te aceitar assim
Não é facil por nesse romance um fim
Mas romance com engano
Pra mim ja perdeu o encanto

Não quero me enganar
Agora vou viver o que sou
Agora vou viver minha vida
sacrifiquei meu eu
E entreguei-me a ti

E não deu valor
Não sei o que fazer
To sem o que falar
Não quero terminar
Mas sei que vou me vingar...

E quando perceber
Que meu amor por te morreu
correras atraz desse amor
Que ja não é seu.




Pâmella Moura.



Não me abale
Não me confunda mais
Não tente fazer de mim um fantoche

Ser Mulher não é seguir um padrão social
Pra ser mulher ,basta ser nascer,
Basta ter opinião , saber adimitir erros
Basta ser o que é .
E não o que os outros querem que voce seja

Não me abale
E me poupe de suas palavras mal colocadas
O que voce é , para falar de mim
Sobre o que sou o deixo de ser

Mãe...
A gente ama, voces dizem que nos ama
Quer evitar nossas quedas
Quer impedir nossos erros
Quer que sejamos perfeitos
Perfeitas Marionetes social

Mãe...
Se eu não cair , eu não levanto
Se eu não errar , eu não aprendo
Agradeço pelo carinho
Mas deixa que eu me viro sozinho

Porque assim eu me torno mais eu
Porque assim eu evito ouvir seus insultos
Porque é mais facil , ouvir deles
Pessoas futeis , do que ouvir de voce

Amor Fraternal...

Você não sabe o quanto doi seus insultos
Você não sabe, mas eu estou ao seu lado
Mesmo perante as humilhações
Mas você não enchega prefere apontar defeitos

De pessoas pra me criticar o mundo esta feito
La fora é que não falta, não seja mais um deles
Não seja futil como eles.
Não me faça sentir o despreso que tenho por eles.

Sei que não sou a mais perfeita
Sei que não sou perfeita
E nem quero ser .
Porque ser perfeita ?
é ser limitado .

E minha personalidade é sem fronteiras
Voce não sabe o que é viver ,
Voz da esperiencia ...
Não sabe dar valor as coisa boas
Não sabe dar valor as pessoas que te ama.

Mas vire mais um copo
E engula junto a ele
Suas tristezas meta um sorriso
Plastificado no rosto e vinja que é Feliz
Na vida que vive.

Eu vida vazia não vivo de rotulos
beba mais um copo e engula suas palavras
Beba mais um copo mais não diga nada à desconhecidos
Porque nem todos eles se mostraram seus amigos

Só quem te ama de verdade
Te esculta e não fala nada
Mas não diga isso a pessoa errada.

Eu ? vivo minha vida como ela é
Eu ? não julgo as pessoas
Eu ? Livre de preconceitos

Voce vive com duas vidas
Voce esconde seus problemas
E julga dos outros
Você nem conhece as pessoas
E tem preconceito com os outros

E quem é voce pra me julgar ?
Hein ?



Realmente somos muito diferentes.!
E me orgulho disso , por ser livre desses preconceitos
Dessas palavras tolas, indigna de sentimentos eu ?
Não. você .!
Porque jamais disse essas palavras para aquelas pessoas que amo.









Pâmella Moura.



Eu não sou o que você quer
Eu não sou o que você quer que eu seja
Eu não p que você pensa que sou
Se nem eu sei mesma quem sou.

Só sei que sou o que sou
Um Parazita , um Paranoico
Mas não um Android
Sou ou não sou indigna de Sentimentos.

Meus sentimentos tolos
Só saem quando atinje meu Ego
Mas suas Palavras são tão comuns
e tão costumativas que
ja me soam como zubindos sem sentido.

Voce pisa no meu ponto fraco
mas não vou me submeter aos seus desejos
Voce fala sobre minha inutilidade
Minha futilidade e incapacidade de hoje

Ira te fazer perceber a seguir
Que embora eu seja essa pessoa esquisita
Essa filha fria que sou
Que vai valer apena tanto esforço
Sera aquela dentre as outras que te dará orgulho.

Ou não, mais sei que talves
Não seja minha culpa
Você diz que sou completamente oposta de voce
Mas não consegue ver
Que sou sua imagem e semelhança.

Que essas atitudes e palavras frias
Que essa minha vida vazia
é consequencia de todas as palavras
Que vem me dizendo todos esses anos

Dessas palavras que deixei de falar
Desse choro que engolir sem mostrar
Mas talves a culpa não seja sua
Cada um tem seu instindo
seu Caracter e sua dignidade

Talvez as pessoas que te cerquem
Não te fale o que voce é
Elas não falam o que pensam de voce
Por medo de suas Palavras

Mas eu não as temo
Ja estou acostumada
Mas não é você que convive
Cercada de inimigos
Não é voce que recebe criticas
Essa vida vazia não é sua .

Então voce nunca vai saber como é ser como eu.
Uma pessoa futil , indigna de sentimentos
Como você mesma diz , se um dia passar por isso
saberas me entender.

Não me julgue pelo meu fracasso
Se voce também não alcançou o sucesso
A minha estrada ainda é longa
E nesta jornada ainda ha muito o que se aprender .

Não precisa me falar o quanto a vida é rude
Não precisa me dizer o quanto as pessoas fingem
O quanto elas são falsas
O quanto elas querem o seu mal

Porque embora inesperiente
Eu tenho experiencia demais na vida vazia que tenho.








Pâmella Moura.



Meu unico prazer
tem sido te conhecer
é com voce que compartilho
meus verdadeiros sentimentos
o que esta preso de mim ...

meu unico prazer
é ter voce meu anjo
em voce percebo que me encontro
Em voce esta meu intelecto gritando
Por liberta-lo, ele quer se libertar

Mas essas pessoas são pequenas demais
Pra enchegar , esse eu que escondo dentro de mim
Essas pessoas talves futeis
Pra querer me manter presa dentro do meu proprio eu

Sufoco me
Sacrifico me pra agrada-los
Porque amo, porque sinto
Que não posso perde-los
Embora tenha que sacrificar o meu proprio eu.

E é justamente isso
Que encontrei em voce
Não preciso sacrificar-me
Não preciso ser meiga

Só preciso ser eu
Aquela criança das trevas
Sombria como meus dias
que ousa a me seputar mesmo viva fisicamente

Porque meu eu morreu
Porque minha alma adormeceu
meus dias obscureceu
Oh my kira eu não sou mais eu.

O que é esse fantoche socialista
Que me transformaram ?
Ridiculo , me contorso de pavor
Agonizante essa roupa rosa.

Trash
Oh my kira eu odeio...
Cade minhas roupas pretas ?
E minhas maquiagens negras como carvão
Cade , onde tudo isso foi parar ?

Estão tudo aqui presas dentro de mim
Estão tudo aqui nessa tristeza sem fim
Afogaram junto a ti,
e ainda querem me fazer sorrir.

Mas sorrir ?
Só se for pra ti
Meu anjo azul, meus sincero
Sorriso adormecido.





Pâmella Moura.


A noite quando não me resta mas nada o que fazer
Deito-me sobre minha cama ainda fria e penso
E lembro de como foi meu dia e das palavras
Que ouvi, das coisas de util que fiz e ouvi
E percebo quase nada.

Meus dias passam tediosamentes iguais
Dias frios, sinto frio ja não sinto o calor
Do sol , esses raios ultra violeta...
Atinjem minha pele e me deixa mais esquisita do que sol

Embora a ausencia me deixe palida e sem graça
Sem graça como minha vida tem sido
Sem graça como as palavras que tenho ouvido
Sem graça , simplismente sem graça...

Meu cabelo despenteado,
Meu quarto desorganizado
Esses Posters na parede
essa cama bagunçada
Minha bangunça organizada

Eu não sinto mais prazer nessa vida que tenho
Eu não sinto mais tedio nesse martirio que vivo
Estou prestes a cavar minha propria sepultura
E atirar-me e ante a minha lapide

Escreve-la que aqui fora uma poeta
que buscava o sentido da vida
que perdeu insistindo em encontra-la
Que perdeu nesses dias vazios

Nesses dias Frios
Que perdeu dentro de si.
Só restará uma garrafa de vinho tinto
Que foi o seu ultimo prazer ao degustar
Que foi a sua ultima dor ao se matar .






Pâmella Moura.

Descaso.




Descaso,
Descaso é dizer que te amo
E não ser correspondida
Descaso
Maldito descaso
Quando te abraço e me sinto Oprimida
Descaso
Esse maldito descaso
Que me deixa deprimida.
Eu só quero deitar no seu colo
e sentir protegida...
Mas o descaso me deixa aborrecida
Eu só quero olhar em seus olhos
E ouvir o que quero dizer ...
Descaso ,
Mladito descaso é aquele beijos negado
Negado por voce
Palavras do tipo : Você não fez por merecer
Descaso aquele
Quando brinco com você
E voce leva a serio e fica se me Entristecer
Descaso , Maldito
Descaso voce me deixar falando
Descaso voce pedir para que eu me cale
Quando estou pra ti cantando
Descaso querer que eu te queira
Quando não quero te querer
Descaso
Eu deixar de amar quem devia amar
para ficar com você
Descaso voce me querer só pra você
Descaso eu deixar de fazer o que gosto de fazer
Só pra agradar você
Descaso,
Maldito descaso que só voce não vê.
Não vê que sou louca por você.

Descaso, maldito, Descaso.


Pâmella Moura



Andando nesse mundo a fora
Vivia a procurar
Algo que pudesse esse Vazio
Completar
Andando nesse mundo a fora
Descubri as coisas do lado de fora...

Descubri que eu nunca encontraria
O Amor , porque ele é quem nos encontra
Descobri que ele não seria como pensava ser
E ele é completamente oposto
De uma forma a não aceitar certas coisas.

Mas Aprendi que a melhor forma de amar e ser Amado
é aceitas coisas que nos parecem inadimissiveis
é viver com as diferenças e conviver com as indiferenças.

Andando nesse mundo a fora
Joguei aquela angustia na rua onde encontrei
E me conformei,
Que nem tudo é como eu quero.
Que nada é como eu quero, e que ja esta tudo Predestinado.

Resolvi viver minha vida ,
Como ela queria que eu vivesse
Deixei de amar as coisas vãs
pensando que era melhor pra mim ...

E passei a amar o que o destino me trouxe
Aprendi a dar valor e amar de verdade
E estou aprendendo a cultivar
Para continuar ...

Continuar a viver a minha vida
Esquecer o vazio , o oco do peito
Esquecer a angustia que vivenciava
E passar a ser plena de tudo...

Aprendi a não esquecer dos amigos
A ter compaixão dos inimigos
Aprendi a compreender os erros
Aprendi a Amar
E aprendi a viver a vida

E foi andando o mundo a fora
que descobri as tristezas da vida
A realidade cotidiana de um povo carente
De Grana , Mas rico de Esperança
Aprendi que o capital não é a melhor coisa do mundo

E que ele possa ser o vilão de tuda historia
De toda a historia da Sociedade
Que embora Lute , é um lutar vago
Cade a Democracia?
Cade a igualdade social...

E foi andando o mundo a fora
que descobrir que tenho muito mais a oferecer
Do que um milhão de Dolares..
Eu não tenho um milhão de dolares
Mas tenho a maior riqueza do mundo

Tenho conhecimento,
Tenho fé
Tenho amor , e esperança
De que um dia a vagar pelas ruas desse mundo sujo
Que Criamos , um dia havera democracia.
Igualdade social.. Amoor

E então talves esse Vazio
Esse oco e esse desgosto
Saia de vez daqui de Dentro
Aqui de dentro do peito.



Pâmella Moura.