
Tudo estava vazio quando chegou
Na minha casa um ar silencioso
Uma brisa leve tocava meu rosto
só podia ouvir o barruto da datilografia
Que um livro de seus pensamentos escrevia
Uma história que talves sem existia
Mas com todo afeto que sentia
Escrevia ...
Escrevia poemas inacabaveis
Sem rimas sem sentido
Mas no intelecto
Toda dor corroia
Poetiza, inesperiente
Poetiza, não muito inteligente
Escrevia apenas o que sente
Sem se importar com estrofes
Sem se importar com rimas
Sem se importar com o padrão literario
da liguagem portuguesa.
Auto pisicografia de sua mente
extremamente bagunçada de informações
Mal acabadas...
Não se importando com o entender
O que o não enteder supera qualquer
entendimento
Plagio , não plagio isso não é plagio
isso é conhecimento.
E por ali parou porque
sua mente complexa de pensamentos
A limitou.
Tudo em excesso estraga
Porque quando se tem mil e uma informações
Ou milhares de ideias é mais dificil
de se expressar num simples e complexo
Poema.
Pâmella Moura.
